
Porque as palavras, se extraviam da memória em ténues sílabas além do Tempo, vou entrando nesse rio de luz quase azul ...!
Incorpórea e inteira, resvala por entre os meus dedos desprendendo-se de mim, até unir o seu caudal ao mar nascente, onde a água é o princípio, e o Tempo criador a luz total, que desde sempre nos habita...!
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