
A memória desse bailado, é somente o impulso hirto, onde agora prossegue a impossível existência...! E inclinando a cabeça no meu peito, parece espelhar-se em mim, alguma visão da memória de outra imagem do meu ser…!
Lacerados relevos que vão deixando vestígios para além da bruma, talhados para serem flor
no olhar, e elevando-se no silêncio como sinos sobre escarpas dolentes dos espaços sem fim, onde existo...
Sem comentários:
Enviar um comentário